segunda-feira, 9 de junho de 2014

Vilarinho das Furnas



Já aqui falei do António Campos e de quão a sua cinematografia me está a afectar e à maneira como vejo as coisas. O que eu não esperava era este impacto tão grande.

Na sexta-feira passada conheci um senhor que quando lhe falei no meu carinho pelo Alto Minho me disse que era de Vilarinho das Furnas. Estava num meio formal, e tive que me conter para não explodir. Falámos um pouco sobre o António Campos que chegou a conhecer, tento ele feito parte do filme. Não resisti a perguntar o que é que aconteceu depois da aldeia ter sido inundada. Não resisti a falar daquele comunitarismo tão característico e que ambos concordámos que efectivamente funcionava. Não resisti a perguntar algumas coisas que na minha cabeça não ficaram esclarecidas no filme.


No final falámos também de algumas romarias que desconhecia, da potencialidade do Alto Minho e fiquei com mais uns sítios para visitar. 


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