terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Centro de Competências da Lã



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"Centro de Competências da Lã a trabalhar desde Mértola

O secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar aprovou recentemente a constituição do Centro de Competências da Lã, organismo com abrangência nacional que está a ser coordenado pela ADPM e que “ficará naturalmente sediado aqui em Mértola”, informa a técnica Cristina Caro. Um organismo que tem como missão “produzir conhecimento nesta fileira, mas numa ligação estreita entre os agentes económicos e o sistema científico e tecnológico nacional, na ótica da valorização deste produto”. E que encerra um conjunto de ações, entre as quais “o melhoramento animal, através do apuramento de rebanhos para uma produção de lã homogénea, e a valorização em termos da transformação nas mais diversas aplicações, até chegarmos ao mercado, de uma forma muito organizada, muito competitiva, em cruzamento depois com outros setores, como o turismo”. Intrínseco ao trabalho de valorização das fibras naturais, como a lã, está também o desenvolvimento da tinturaria natural, com base nas plantas tintureiras autóctones, área que já tem também o seu “grupo operacional” no seio do Centro de Competências da Lã. “Queremos posicionar a lã e os corantes naturais num outro panorama, seguindo um processo totalmente ecológico, para que o produto final tenha outra valorização, fixe pessoas e traga rendimento para o nosso território”, conclui a responsável.  CF"

In Diário do Alentejo ... (vale a pena ler o artigo todo)

Desde que fui a Mértola o ano passado que ganhei um carinho especial pela oficina de tecelagem, pela ADPM e pelo projecto FIOS.

A verdade é que dizer coisas é muito bonito, mas quando é para passar à acção o trabalho dedicado destas senhoras trás um novo significado às coisas.

Fiquei curiosa com a questão do novo centro. A verdade é que quando penso nestas coisas cada vez me convenço mais que as coisas não podem passar só de novelos bonitos de lã nacional porque em larga escala temos que pensar que esta indústria tem que ser rentável para que não se perca e se tal passa muito pela consciencialização das pessoas também passa pelo desenvolvimento de novos produtos e de um acompanhamento muito próximo para que as coisas avancem para bom porto. As modas vêm e vão e o importante é garantir que daqui para a frente as coisas deixem de ser uma moda e passem a ser algo estável e rentável para todos. A união de todos estes factores (sociais, económicos, tecnológicos, agrários) num só projecto agrada-me e agrada-me ainda mais saber que está dado a mãos competentes.


Daqui por uns meses volto lá.


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