segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Miguel Bombarda (agora sim)



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Fiz o que me disseram.

Enviei o e-mail à ESTAMO e esperei por resposta.

E passado algum tempo responderam. Consegui marcar uma data e acabámos por ir mais do que fomos da primeira vez.

E adorei.

Desde a arte feita pelos pacientes, passado pela história de Valentim de Barros (um dos pacientes que esteve internado mais tempo, cerca de 40 anos). Toda a estrutura é efectivamente fascinante e é difícil não ficarmos “contagiados” pelo museu e por toda a estrutura do panótico.

Entre muitos objectos relacionados com o tratamento de doentes e do seu dia-a-dia encontrei dois teares, ambos utilizados para terapia dos pacientes. Aprendi muito, e posso dizer que já há algum tempo que não me entusiasmava assim tanto por um lugar em Lisboa.


Decidi não colocar aqui fotos porque acho que é daqueles sítios que vale mesmo a pena visitar por isso (e sem spoilers) peçam autorização e vão ver porque vale mesmo a pena.



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