quinta-feira, 14 de abril de 2016




De volta ao tricot (devagarinho) depois de muitas semanas parada. Estou outra vez a usar re-use. A ideia de fibras reutilizadas anda a agradar-me cada vez mais.



quinta-feira, 7 de abril de 2016



Tecer não é de todo das coisas que mais gosto de fazer. É algo que gosto de apreciar, mas não é uma coisa que goste de fazer. Ainda assim utilizei os restos que me tinham sobrado da maioria das meias que fiz e comecei a fazer uma tira (que era suposto ser um cachecol, mas não ficou grande o suficiente) para treinar e ver se me ajeitava mais. No final as laterais acabaram por ficar mais certinhas, mas o erro que veio desde o inicio (se repararem num dos lados estão dois fios sempre juntos) continuo por aí a fora. É-me difícil manter a homogeneidade no trabalho mas tentar fazer sempre me ajudou a perceber como é que as coisas são feitas e neste caso perceber como é que se podem chegar a padrões mais complexos.


De qualquer forma continuo a achar que para quem tenha interesse em aprender tanto este como este tear são boas alternativas sem que tenha que se fazer um investimento muito alto.





terça-feira, 5 de abril de 2016

Série Profissões – Artur Pastor




Nota: Todas as imagens são da autoria de Artur Pastor e retiradas da exposição de fotografia de Artur Pastor.

Tem sido a minha pequena obsessão nos últimos tempos.


A exposição na Arruda dos Vinhos vale a pena a visita assim como as imagens que aparecem diariamente no tumblr.




domingo, 3 de abril de 2016

Três dicas para usar o Etelbert



Os meus conhecimentos de tecelagem são muito limitados – baseio-me no que leio, no que observo e pouco mais. O que não invalida que já não me tenha aventurado em tear vertical e horizontal.

Como já tinha dito, o ano passado fui montar e aprender atecer no Etelbert, um projecto que já aqui falei e que continuo a achar genial. De qualquer forma, pouco depois do workshop tentei montar a teia sozinha e iniciar novo projecto e correu [muito] mal. Passados alguns meses (e durante uma altura em que precisei de parar com o tricot por umas semanas) voltei a montar a teia, (utilizando as três dicas que deixo aqui) e funcionou tudo bem.

1. Este vídeo.

O Etelbert tem uma estrutura muito parecida com o SampleItLoom da Ashford por isso (e porque sou uma pessoa esquecida) rever todas as etapas de montagem neste vídeo ajudou-me e muito. Fora isso, como mostra o processo todo para fabricar um cachecol acaba por ser uma boa referência ao longo do processo.

2. Grampos

No workshop utilizámos grampos para fixar o tear e para auxiliar a fazer a teia. Na minha ingenuidade achei que chegando a casa conseguia trabalhar sem eles mas… não. Acabei por comprar dois e ajudam bastante a fixar o tear (que é bastante leve e facilmente se mexe) e a montar a teia.



3. Clips.

O Etelbert vem com uma ferramenta (tipo agulha de crochet) para enfiar os fios no pente. A mim, dá-me muito mais jeito usar clips para a mesma função.




Espero que ajude.