sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017


Depois de muito tempo a trabalhar com lã limpa e trabalhada por mim ou por pessoas que me dizem muito fiz “batota” e comprei mechas processadas industrialmente de lã para fiar. O resultado e o modo de trabalhar é bastante diferente. Pela primeira vez consegui fazer um fio homogéneo e uma torção que para mim funciona. Não estou a dizer que não vou voltar a limpar lã, mas sem as ferramentas certas não me parece que seja viável.

As meias são as maiores peças que tricotei com lã fiada por mim. Da mesma mecha saíram umas luvas sem dedos, muito simples para oferecer. As meias são para o Miguel, que me roubou as de Arga e que agora não tem desculpa que só tem um par de meias mesmo quentes.






quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017





O Verão passado o Ricardo e a Rita trouxeram-me lã das Orkney. Apesar da textura ser diferente, em termos de espessura fez-me muito lembrar a Holst Coast. Como tenho uma malha muito larga optei por trabalhar com agulhas 2.25 – 2.50. Fiz um par de meias e luvas sem dedos que estão sempre na minha mala desde que foram feitas (o facto de serem muito finas e quentes é um ponto bónus).  As meias ainda precisam de ser rematadas.


Não compro lã há pelo menos 6 meses – entre a lã que me têm dado (quando alguém vai a algum lado e me perguntam o que quero peço sempre lã ou linha para tricot) e a que tenho fiado estou bastante entretida. 


Entretanto, há novos episódios do Raw Craft. Continuam a ser todos muito bons, mas o do sapateiro merece ser visto.




domingo, 12 de fevereiro de 2017




A minha casa é bastante húmida. Escusado será dizer que a maioria das coisas que tenho em madeira não se adaptam muito bem a passar o Inverno e a roda de fiar não foi excepção.


Depois de passar algum tempo à procura [sem sucesso] de cera de abelha para móveis regredi para uma solução que usava nos móveis do meu quarto quando estava em casa dos meus pais, o óleo de cedro. Sei que não é o ideal, mas depois de passar com uma lixa muito fina e de lhe dar o óleo a roda ficou completamente diferente. De futuro gostava mesmo de conseguir achar a cera de abelha mas por enquanto o resultado foi positivo. De que serve ter as coisas senão nos preocuparmos minimamente com a manutenção?



Entretanto ando entretida com este livro e esta revista.